quarta-feira, 30 de abril de 2008

Viva

Por detrás da imagem o download gratuito de Violet Hill.

segunda-feira, 28 de abril de 2008

Os clássicos que nos esperam


Descobri neste artigo o calendário para o futuro da Disney e da Pixar. O percurso de ambas vai-se desenhar da seguinte forma:

Bolt- 26 de Novembro de 2008

Tinkerbell - 28 de Outubro de 2008

Up - 29 de Maio de 2009

The Princess and Frog- Natal de 2009

Toy Story 3 - 12 de Fevereiro de 2010

Rapunzel - Natal de 2010

Newt - Verão de 2011

The Bear and Bow - Natal de 2011

Cars 2 - Verão de 2012

King of The Elves - 2012

Para quem quiser um resumo em vídeo com algumas imagens basta dar um salto aqui.

Deste leque de futuras promessas o que me chamou mais à atenção foi King of The Elves, não pela sua história (A young boy who is an outsider is approached by a group of elves, who ask him to be their king, and to lead them in battle against the Troll King) mas sim por se tratar do estranho casamento entre a Disney e Philip K. Dick! Promete!

The Happening com ou sem twist?

O cinema de M. Night Shyamalan ficou inevitavelmente ligado à viragem final, à expectativa de sair da sala de boca aberta e de dizer que não estava nada á espera. Já li diversas opiniões de desagrado em relação a esta constante, críticos que vêm esta ferramenta como uma manobra enjoativa e repetitiva que nada abona a favor do criador. Eu acho exactamente o oposto. O facto de saber que possivelmente o filme irá ter uma reviravolta ou que até ao final iremos estar às escuras só redobra o meu interesse e atenção, lendo com mais afinco os pormenores e sinais. Não vejo mal em saber que irei ser surpreendido. E no caso de Shyamalan não se tratam de absurdos narrativos nem de necessidades absolutas, são o fechar de todo um ciclo de acontecimentos. O twist mais descarado (e talvez mais isolado) foi de facto o do Sexto Sentido, o primogénito, seguindo-se surpresas cada vez mais sublimes e apuradas ( Sinais é para mim a melhor), cada vez mais a sua marca, tatuada em diferentes cores. Faz parte de todo o seu cinema que visto aqui de cima é muito mais que uma mera surpresa.

domingo, 27 de abril de 2008

Now Sid

don't you blame the movies, movies don't create psychos, movies make psychos more creative!

Procurada e pensativa

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Caça à música

Por vezes um trailer passa mas a música fica, seguindo-se uma encruzilhada em busca deste ou daquele som. Nos dias que correm uma boa música é quase sempre sinónimo de um bom trailer. As notas certas no sítio certo são meio caminho andado para a posse da nossa atenção e fórmula certeira para atrair espectadores ao respectivo filme. A música define o tom e é a marca primária daquela obra, a cicatriz rasgada na memória, o fio condutor da nossa opinião. Já vi excelentes montagens deitarem tudo a perder com a escolha da música e como não poderia deixar de ser, assisti também por diversas vezes ao contrário. Isto para dizer que o trailer de Pineapple Express é recheado com a música Paper Planes da M.I.A., que tem de facto um efeito incrível, dando a ambiguidade certa e rimando a cada nota, com a tom cómico e negro dos acontecimentos. Outra canção que há muito procuro, já habitual em vários filmes e trailers (descobri-a através do trailer de Invincible) é esta:

Um bom sítio para esclarecer estas dúvidas trailerianas é este aqui. Tem um excelente arquivo, constantemente actualizado, e uma curiosa lista das músicas mais utilizadas em trailers. A vencedora, com 28 utilizações, é esta:


22 de Maio

Numa altura em que esperamos nervosos pelo segundo trailer (se é que ele existe) e que aguardamos ansiosos pela sua estreia, chegou o momento de olhar para trás. Qualquer fã, deliciado com as imagens que já saíram (a cena do camião é genial) transporta consigo uma fé quase certa no quarto tomo, uma vontade de ver carimbado o seu todo nos livros de cinema e de guardar no bolso cenas que nunca mais se esquecerão. Enquanto navegamos num mar de incógnitas, deixo aqui escrito um excerto de cada filme, a minha cena favorita do primeiro, segundo e terceiro, aquela que me fez respirar cinema verdadeiro.

Os Salteadores da Arca Perdida – a cena inicial em que Ford entra numa gruta em busca de um antigo artefacto. Desde Molina que o atraiçoa até á fuga da bola gigante, foi a apresentação perfeita de todo um novo conceito de cinema. Em minutos somos agarrados pelo chicote e o mundo das aventuras mudou para sempre.
Indiana Jones e o Templo Perdido – a cena final onde Ford encurralado pelo inimigo numa frágil ponte de corda, vê-se obrigado a cortá-la num eterno seja o que Deus quiser. Ainda hoje, ao rever este momento penso Não, ele não vai fazer isto! Absolutamente fantástico.
Indiana Jones e a Grande Cruzada – a cena da lareira onde Ford e Connery depois de capturados pelos alemães são amarrados em duas cadeiras, costas com costas. Todos os diálogos são entretenimento e o momento em que a lareira começa a rodar levando-os ao outro lado, onde estão nazis a trabalhar, é das situações mais engraçadas e delirantes de toda a saga.
É extremamente difícil para mim exprimir o quanto admiro e adoro esta trilogia. Representa parte de todo o amor que nutro por esta arte, quase como um livro da escola que me ensinou conceitos e palavras, quase com um cálice sagrado que tive a sorte de encontrar, quase quase como a certeza certa que revejo vezes sem conta...
E como eu, existem muitos mais:


Vantage Point


Um elenco de luxo ao qual se junta uma boa história, um realizador com pés e cabeça e algumas ideias frescas e originais. Resultado:temos aqui um dos bons filmes deste ano….


Às 12h23 minutos de uma solarenga tarde de sol em Salamanca, Espanha, o presidente dos Estados Unidos da América será alvo de um atentado terrorista. À primeira vista a premissa de Vantage Point de Pete Travis apresenta-se do mais banal possível , olhamos para o ecrã e parece que estamos perante um simples thriller político, voltado para a fragilidade, cada vez mais constante, dos símbolos patrióticos de um país que nunca se ergueu devidamente do 11 de Setembro e onde as feridas demoram a sarar. O alvo aqui será a figura do seu presidente ou o desespero e a impotência da ausência deste perante o desconforto que a ineficácia dos serviços secretos do país apresenta perante as ameaças cada vez mais reais à segurança e integridade da nação.

Tudo isto está errado pois Vantage Point transforma-se num filme frenético, onde a verdade se encontra escondida 23 minutos antes do atentado, a figura maior do estado Americano ,vista pelos olhos daqueles que realmente quiseram ver tudo o que se passou à sua volta. Somos subitamente mergulhados num ritmo quase que alucinante onde a intensidade por vezes se confunde com o calor do abrasador sol Espanhol, com as perseguições no meio da rua, com sentimentos de culpa e redenção. Os rostos que nos guiam perante esses 23 minutos fatais antes da tragédia vão desde o presidente, ao simples turista, até mesmo aos próprios terroristas que perpetuaram o atentado em nome da fé e da relutância contra o imperialismo americano tão badalado na sociedade dos nossos dias. É através destas personagens que vamos descobrir o que realmente se passou até à última e reveladora surpresa final. O filme vive precisamente da acção quase claustrofóbica que carrega o piano a toda trama e do quebra-cabeças a qual obriga o espectador a estar a tento em todas as movimentações das personagens resolvendo um a um os enigmas que lhe são apresentados. Os actores apresentam uma boa intensidade na história ,mais uma vez Dennis Quaid encontra-se a um excelente nível como já nos habituou , mas o melhor desempenho de entre as estrelas do filme é sem dúvida Forest Whitaker ( mais uma grande performance do Último Rei da Escócia), William Hurt está igual a si próprio,e Matthew Fox ( o Jack da série televisiva Lost) uma boa surpresa e um actor a ter cada vez mais em conta .

Enfim Vantage Point transforma-se num bom ensaio cinematográfico, uma referência à insegurança e paranóia em que muitos americanos vêem as suas vidas mergulhadas no desenrolar constante de tragédias, um filme a ter em conta mas que terá o estigma de ser confundido com o filme pipoca no qual cada vez mais se aposta para levar as massas populares ao cinema…
Capaxinhos

Till the end of time

And everybody knows where this is heading
Forgive me for forgetting
Our hearts irrevocably combined
Star-crossed souls slow dancing
Retreating and advancing
Across the sky until the end of time

segunda-feira, 21 de abril de 2008

É preciso entrar no espírito

Como um daqueles miúdos com a cara chapada do pai ou da mãe, The Spirit não engana ninguém e basta um pequeno olhar para sabermos de quem é filho. Frank Miller assume assim as rédeas da realização nesta adaptação da BD de culto de Will Eisneir, onde um herói mascarado combate o crime no escuro urbano da sua cidade. Pelo teaser não nos é dito muito e a única conclusão certa é mesmo a paternidade deste rebento ( tudo lembra Sin City, desde o preto ao vermelho). Já os posters começaram com a interessante ideia da imagem tripartida e agora surge a não menos interessante Eva Mendes, que se junta assim a Scarlett Johansson, no leque feminino de carinhas larocas. Resta portanto saber se esta parelha será capaz de nos fazer esquecer Jessica Alba, Rosario Dawson e Carla Gugino...

There will be blood


Ou seja a eterna pronúncia de Daniel Day-Lewis


Nunca fui muito de ligar ao cinema de um ponto de vista quase semi-mecanizado, sem emoção, onde a ida a sala de cinema se torna uma obrigação, uma rotina casual. Tenho amigos que ao entrarem na sala de cinema gostam da garantia de ver um espectáculo em que os valores em representação no ecrã são garantias de valores firmados, onde a compra do bilhete não inclui o risco de se ir assistir a um espectáculo de alta ou baixa qualidade. Nunca fui desse género, para mim o cinema é um jogo de riscos e apostas, admito que vejo do bom e do mau cinema, mas sei demonstrar a qualidade de um bom espectáculo e um repúdio por um mau filme.
Ao entrar na sala onde iria ver There Will Be Blood de Paul Thomas Anderson, pensei em tudo isto, à partida sabia que se tratava de um bom filme, talvez o único real candidato que tenha feito sombra ao excelente No Country For Old Men dos irmãos Coen na última corrida aos Óscares. Havia lido que mais uma vez Daniel Day-Lewis se encontrava a todos os níveis brilhante, mas que talvez isso se transformasse na grande dualidade de critérios ao avaliarmos a película de Paul Thomas Anderson, o grande problema é que o trabalho de Day-Lewis é de uma qualidade tão elevada que as cenas onde ele não entra transformam o filme em algo de banal, e que o actor que partilhe uma cena com este gigante da representação se encontra sufocado e a abafado por presença tão marcante a seu lado. E aqui me encontrava eu sentado na minha cadeira a espera que tudo isto se confirmasse, mas a verdade é que There Will Be Blood com ou sem Daniel Day-Lewis foi pensado, escrito, e realizado para ser um grande filme (que o é).
A história passa-se num período de quase 29 anos e retrata a ascensão de um homem do petróleo nos fins do século XIX princípios do século XX Daniel Plainview (interpretado por Day – Lewis) que nunca teve nada e agora tem a hipótese de ter tudo. Durante 158 minutos somos quase que testemunhas do seu desgaste físico e emocional com o passar dos anos, a sua relação com o seu filho, o seu cada vez mais crescente ódio para com tudo e com todos, e a sua incessante busca por dinheiro e poder que o levarão a um final trágico destinado a loucura e solidão. Outra das problemáticas que o filme levanta é a presença ou ausência de Deus, como uma sentinela constante que a cada desafio ultrapassado pela personagem de Day-Lewis lhe apresenta um preço que este terá de pagar. De mencionar também o excelente trabalho de Paul Dano ao interpretar não só a personagem de Paul Sunday mas também do seu irmão o pastor Eli Sunday, este que será como que um rival e um amigo na vida de Daniel Plainview, o representar de uma América fanática e conservadora onde Deus tem cada vez mais nas suas mãos o destino dos homens, onde o ser humano não tem mais do que se contentar com o seu destino por vezes cruel e injusto.
Paul Thomas Anderson, mostra que é um realizador a ter em conta (já o tinha provado com Magnólia (1999) ) ,por vezes consegue demonstrar uma certa grandiosidade não só ao nível de imagem mas de som e fotografia, a imagem da montanha no início tem tanto de bela como de assustadora, revelando a sua cada vez maior maturidade como realizador. Por fim acaba o filme, saio da sala e dou-me como satisfeito, desta vez resolvi não arriscar fiz bem, There Will Be Blood transforma-se num exercício obrigatório para quem gosta de bom cinema, talvez apenas a apontar-lhe a (já antes mencionada) excessiva dependência de Day-Lewis para cada cena, e a por vezes ausência de secundários à altura , de resto o que fica no ar é a eterna pronúncia de Daniel Day-Lewis …e a magia do bom cinema!!

Capaxinhos

A segunda-feira

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Antes de adormecer (três coisas para vos dizer)

Mo cuishle means My darling, my blood.


A ternura dos oitenta

Para ver, um click.

REC

Quando vi pela primeira vez A Curva fui atingido pelo chamado arrepio na espinha. Esta pequena incursão por uma das lendas da Serra de Sintra, apesar de monótona, de ter actores fraquinhos e de pouco ou nada trazer de novo, nos segundos finais conseguiu o que poucas longas-metragens tentam vezes sem conta, assustar. Desde a câmara ao ombro até ao terror na nossa língua, algo ali realmente resulta.

Em REC sucede-se precisamente o mesmo. Muda o conteúdo: uma equipa de reportagem decide passar a noite num quartel dos bombeiros retratando um noite normal na vida destes homens. A rotina é quebrada quando respondem a uma chamada de socorro, uma idosa está presa na sua casa num dos andares de um velho prédio. O que parecia fácil acaba por ser uma luta pela sobrevivência e está dado o pontapé de saída, que rapidamente nos assola (aos 10 minutos já está o caldo entornado) e nos prende às escuras num prédio podre de vida.
REC não traz nada de novo ao género, nem no modo jornalístico de filmar nem na temática zombie que é abordada, contando com actores que, não chegando a comprometer, também não enchem o écran, havendo mesmo um ou dois momentos em que o ridículo quase toma conta da situação. Por outro lado o ritmo é verdadeiramente alucinante, com momentos muito bem conseguidos (medalha de ouro para a cena final) e que metem o nosso pobre coração a bater mais rápido. Sem muito mais para explicar, é uma fita realmente eficaz e que a nós portugueses, irmãos de língua, nos afecta especialmente (apesar de sermos os maus da fita).

Já alvo de uma cópia americana (do mais descarado e desnecessário que pode haver), vencedor do Fantasporto deste ano e detentor dos mais diversos elogios, REC é sem dúvida merecedor de uma ida ao cinema. Tendo sempre presente o que nos propõem: experimentar o medo, pois é isso que o filme é, uma experiência (nunca chega a ser o filme completo e fechado que é Cloverfield). Como última nota chamo a atenção para o criativo trailer onde são mostradas apenas as reacções das pessoas na sala de cinema, muito bom.




(+) Toda a experiência em si.
(-) Alguns momentos que trazem gargalhadas em vez de gritos.

Cenas à chuva - 2

No labirinto confuso que é a mente existe sempre espaço para a chuva. Jim Carrey queria apagar Kate Winslet da sua mente mas arrepende-se a meio do processo, entrando num jogo do gato e do rato, das escondidas em recordações passadas onde o amor tenta ser o elo mais forte. A água das recordações é a união que ele tanto procura, a libertação a meio duma luta em forma de sorrisos, como se fosse fotografia de um tempo perfeito. As gotas juntam-se à música e nasce aqui um dos meus momentos favoritos de cinema.

Hoje cheguei à conclusão

Que este blogue é:
a minha ponte para Terabithia
a minha almofada
é o meu pé esquerdo
a minha última cruzada

terça-feira, 15 de abril de 2008

That thing you do

Há herói mas é verde


O facto de um filme ter o Edward Norton, por si só, já constitui motivo suficiente para eu o ver. Mais ou menos activo é dos meus actores chave, uma das grandes referências do meu cinema.

Confesso que o trailer deste Incrível Hulk não me deixou muito satisfeito. Talvez por eu ter gostado bastante da visão do Ang Lee, ou talvez por não conseguir imaginar esta besta verde a ser usada como instrumento do bem. Toda a graça do Hulk assenta precisamente no facto de ele ser um herói descontrolado, que destrói tudo, desde as igrejas até às sedes terroristas. É bofetada para um lado e para o outro, apenas sossegada pelo seu eterno amor. E é esta a ideia que tenho de um herói preso na fúria. Espero que ela não morra.

Depois de ver (2)

o Die Hard nunca mais andei descalço.

terça-feira, 8 de abril de 2008

O que fazer

quando se tem de fazer o trabalho mais aborrecido do país, talvez da Europa?
Palavras que se bocejam ao ritmo de algum animal muito lento e gráficos que não se esforçam por me dizer alguma coisa, viram-me as costas, enquanto os meus ombros caem cada vez mais fundo na cadeira.
O que fazer quando, para fugir ao trabalho de cima, queremos escrever algo no nosso blogue, mas tudo o que pensávamos ser criativo é lacuna em branco ou vazio enjoativo.
Que fazer?!

É por a tocar a única música que dá realmente estilo a qualquer actividade e acção, a qualquer conclusão demorada ou introdução burocrática. A salvadora. Ao som disto qualquer um se inspira, qualquer um fica com a confiança necessária para tudo e mais alguma coisa!

domingo, 6 de abril de 2008

sábado, 5 de abril de 2008

momento flickr (inspired by the movies) #3

Cenas à Chuva - 3

Aquela chuva. Não é uma chuva qualquer. É a chuva da fuga, da libertação com o passado. A chuva que simboliza o obstáculo em que consiste o caminho a ao mesmo tempo a forma mais natural de limpar o sujo das quatro paredes e muito mais grades que se deixaram para trás. A chuva aqui é a Liberdade. A esperança. A música. A música que ninguém consegue roubar a ninguém, como diz o próprio Andy ao amigo Red. Vi The Shawshank Redemption pela primeira vez há muitas vezes atrás. O filme que me apresentou Tim Robbins e me fez idolatrar Morgan Freeman. Estaria a cair no lugar comum se dissesse que é uma lição de vida. E estaria a mentir também, porque não é uma lição de vida. É a lição de vida.

quinta-feira, 3 de abril de 2008

Antes de adormecer (e porque uma coisa leva a outra)

Louras

Quem é a loura deste beijo?

Confissões de uma mente cinéfila (4)

Quando eu era muito novo pensava que o Episódio 5 da Guerra das Estrelas tinha o nome de:
O Império contra a Taca

Sim é verdade. Deduzia na altura que a Taca seria alguma senhora do bem ou uma corporação amiga que combateria, lado a lado com os Jedis,o terrível Império.

terça-feira, 1 de abril de 2008

Ainda vou a tempo

De me presentear com um sincero clássico da minha infância e embrulhar mais esta ruga num longo e saudoso suspiro.

Nota - apesar de me identificar nos velhos tempos intermináveis desta história, sou completamente contra o penteado do vocalista.