quarta-feira, 31 de outubro de 2007

O terror de ser pequenino

A Time Magazine´s lançou uma lista com os 25 melhores filmes de terror, os maiores sustos e gritos da sétima arte. Lá para o fim aparece o Bambi. Podia ser engano mas não é, podia ser um daqueles jogos de descobrir que objecto é que não faz parte daquele conjunto, mas não é, e eles argumentam que filmes como a história do pequenino veado, em que existe perda de um ente querido, provocam grandes traumas no público mais jovem, sendo por isso considerado de terror. Nunca achei especial piada ao Bambi, e como criança nunca me impressionou. O Mufasa a cair de um precipício, isso sim me tirou noites de sono. Isso e o pequenino rato russo perdido da família em terras do tio Sam. Tadito do Fievel!

Um tema, um filme

Tema: rapaz certinho conhece rapariga doidivanas.
A minha escolha é:

Qual é a vossa?

A vida, o amor e este post


Tinha os meus 10 anos quando, em mais uma rotineira ida ao cinema(pequeno auditório,80 lugares, bilhete 150 escudos) me deparo com o poster de A Vida, o Amor e as Vacas (fiel tradução de City Slickers). Estas idas semanais eram sempre uma aventura, via-se tudo, do pior ao melhor, uma roleta russa pronta a disparar qualquer coisa, eu queria era ver. E lembro-me de duas coisas: de rir e de um fantástico diálogo. E assim novinho, lá saí muito bem disposto, com aquela coisa na cabeça e com a noção plena que estava ali um filme bestial. Revi-o depois, vezes e vezes sem conta e continuo a achar uma sincera comédia sobre a vida, uma das minhas favoritas. É uma crise de meia idade tratada de forma segura e sossegada, sem pisar ninguém, e a deixar um conforto descomprometido no final, daqueles que sabe bem. Ah e tem um dos melhores inícios que já assisti numa comédia americana, com uma divertidíssima largada de touros!É ir ao baú e redescobrir este pequenino tesouro!

A bola preta


A classificação astronómica dos filmes sempre gerou muita polémica, as estrelas daqui não são as estrelas de outro lado. Isso é bom, diversas opiniões e pontos de vista. Quando acabam as estrelas vem a bola preta e aí a situação já é mais grave, isto porque a bola preta é sinónimo de mau, péssimo, bodega e fujam daqui rapidamente! A meu ver a bola preta é o fim*, é quando não há mesmo nada a fazer por aquele filme, é o compreender e aceitar que sim, gastámos 5 euros numa ida ao cinema, e já não os vamos ter de volta(ex: é muito traumático para mim relembrar isto, mas sim fui ver o Ghost Rider a uma sala de cinema).

A questão que eu coloco é: será que existe consenso na bola preta? Ou haverá sempre alguém que encontrará algo de positivo nessa obra?


*AVISO: cuidado com duas bolas pretas que se fazem passear nos cinemas nacionais, de seu nome Invisível e Cativeiro.

Antes de adormecer

Um bom poster, um bom trailer e uma boa música.
Leite quente e cama.
Até amanhã.


terça-feira, 30 de outubro de 2007

Quero


Hoje é o dia em que Twin Peaks - The Definitive Gold Box Edition é lançado. O muito antecipado conjunto final, com as duas séries e mais um pacote de extras de encher o olho, chega finalmente às lojas!São no total 10 discos com os 29 episódios, acrescidos de documentários, entrevistas, cenas nunca antes vistas e por aí adiante num sem número de apetrechos que farão saltar de alegria qualquer fã de Laura Palmer. Estas são sem dúvida óptimas notícias, mas só para aqueles que têm direito a este luxo na sua língua e no seu país. Chegará cá? Não sei dizer, a primeira série foi a única que encontrei, edição especial, a segunda série e e esta edição definitiva possivelmente apenas comprando aqui. Mas vamos ter fé.

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

Pergunta

É o Air Force One o filme mais Americano dos últimos 20 anos?

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

Aquela voz

Uma coisa que sempre me intrigou foi aquela voz que narra os trailers. Aquele suspense rouco acrescido de emoção e de sentimento, cada palavra é um acontecimento mesmo que esteja a ler um excerto do Memorial do Convento. Diversos são os vídeos e decerto que voltarei a trazer aqui a voz mas hoje fica Pablo Francisco num extraordinário número de stand-up!


As coisas que a navegar descobrimos


Descobri que O Velho que Lia Romances de Amor já é um filme. Desde 2001. Alguém já ouviu falar desta obra? Gostava bastante de ver esta história na tela, mas parece-me complicado chegar a ela(existem uns pedaços no youtube mas queria vê-la ali no sofá como deve ser).

És a pessoa favorita de alguém?


Há tanto a ver neste Eu e Tu e Todos os que Conhecemos, que é preciso parar depois de consumido e saborear... O filme passa numa rajada de diálogos e pessoas, personagens numa tela embrulhada e demasiado complexa para se descortinar. Consegue alcançar um meio que julgo ser notável, nem leve nem pesado, nem cómico nem trágico, a vida sem pender para nenhum lado, simples, um pedaço de existência de uma teia de conhecidos incrivelmente bem interpretada, com uma inerente ternura feminina e com um desprendimento por quaisquer regras ou conceitos. Com um final e início incrivelmente inspiradores, todo um poema se fecha e ganha coesão. Agora? É preciso pensar ou então não pensar nada, é preciso viver.
Depois de conhecer este filme encontrei esta deliciosa curta, com John C. Reilly, escrita também por Miranda July. Are you the favourite person of anybody?

É um filme de produtor


Contratam um realizador. Ele faz o seu filme. Afinal foi para isso que o contrataram. Depois de concluído, o seu filme, afinal não serve, e é alterado. Não cumpria com os objectivos financeiros definidos diz o produtor de Corrupção, Alexandre Valente. Sim se calhar não dava para umas férias em Miami, mas se calhar até tínhamos uma boa obra. Será que não se conseguem balançar os dois interesses, o de quem quer criar e o de quem quer vender?

O que fica? Mais um episódio a juntar aos acontecimentos pré-lançamento, que só por si já são uma boa história; um filme sem dono(o chamado filme de produtor), dilacerado e montado como se bem entendeu (com direito a músicas do Pedro Abrunhosa e tudo) ; um trailer sem nexo, mal montado, que deve tresandar a sexo por todo o lado e um poster feio como o destino( estou no campo da especulação mas com 95% de certezas, ou melhor 99%) ; e uma conferência de imprensa sem realizador nem protagonista, apenas com ela, Carolina que já viu o filme e apenas disse: Amei.

domingo, 21 de outubro de 2007

sábado, 20 de outubro de 2007

Love will tear us apart


As críticas a Control, biografia do vocalista dos Joy Division, Ian Curtis, estão aí e são óptimas notícias, para quem gosta de cinema, de música e de um casamento bonito entre os dois universos.
Is Control one of the best rock bios ever? It’s not exactly a subgenre filled with deathless artistry, so the answer is probably “yes.” But that would be damning this picture with faint praise. Control is, first and foremost, a terrific film about a complex human being.(Film Journal International)
But it's Corbijn, shooting with a poet's eye in a harshly stunning black-and-white, who cuts to the soul of Ian's life and music. You don't watch this movie, you live it. (Rolling Stone)
Ficamos, ansiosos, à espera.

sexta-feira, 19 de outubro de 2007

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

A foto

Qual é o filme?

La meme histoire


Deixei aqui uma foto aqui. Perdida, sem nome ou justificação, imagem de uma carta de amor anónima a que quero responder.
Esse pedaço é de um pedaço de uma obra que vi há algum tempo e qualquer texto ou homenagem serão sempre pequenos para mostrar o carinho e admiração que nutro por este filme. Estou a falar de Paris Je T’aime, um conjunto de curtas dos mais diversos realizadores, que tem como pano de fundo o amor pintado nas ruas da capital francesa. É a cidade, nas suas diversas faces que unifica este conjunto de personagens, uma montra do ser humano e da sua capacidade de amar o próximo. Como um todo acho que funciona na perfeição, dando força ao individual que se não for apreciado passa rapidamente ao próximo, e estamos sempre curiosos, na expectativa de beber mais uma viagem. As histórias são tantas e algumas tão bonitas e competentes (tudo o que deve estar no uma curta está lá) que compete a cada coração decidir e tomar partidos. As minhas três de eleição são:
- Parc Monceau de Alfonso Cuaron (aqui)
- Faubourg Saint-Denis de Tom Tykwer (aqui)
- Montmartre de Bruno Podalydès (aqui)
Quais são as vossas?
(se ainda não viram recomendo que vão ao clube de vídeo mais próximo e que deixem o youtube para outra altura)




quarta-feira, 17 de outubro de 2007

Depois da Veronica

E depois de não se querer perder em Lost.
É já segunda-feira que a menina Kristen Bell rebenta em Heroes.
Seja muito bem vinda!

Ao volante do poder


Hoje às 18h30 tem lugar no El Corte Inglés a Apresentação do livro Ao Volante do Poder que já se encontra à venda nas livrarias!
Quem nos conduz nesta viagem pelo lado mais escuro dos nossos políticos e famosos é Nuno Ferreira, excelente jornalista, excelente amigo e excelente tio!Para ele um forte abraço!
Infelizmente não vou poder lá estar, mas fico à espera de o ter brevemente e enquanto tal não é possível vou devorando uns excertos, aqui!


terça-feira, 16 de outubro de 2007

Try A Little Tenderness

Porque as coisas boas vêm aos pares.
Senhoras e senhoras uma salva de palmas para o poster e a canção.









A cena, a frase, a personagem, o realizador.

[E tudo num único post. Impressionante.]



"No, you're not thinkin'. You're too busy being a smart aleck to be thinkin'. Now I want ya to "think" and stop bein' a smart aleck. Can ya try that for me?"

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

Rhett... if you go, where shall I go, what shall I do?

Embalado pelas deixas anteriores deixo aqui um vídeo com as 100 melhores frases segundo o AFI. Para saborear devagarinho.

Frankly, my dear, I don't give a damn.

O pai cinéfilo

Aquele que quando o filho pede a verdade sobre o Pai Natal responde:
You can't handle the truth!

Cada vez melhor

A frase

I might be the only person on the face of the earth that knows you're the greatest woman on earth. I might be the only one who appreciates how amazing you are in every single thing that you do, and how you are with Spencer, "Spence," and in every single thought that you have, and how you say what you mean, and how you almost always mean something that's all about being straight and good. I think most people miss that about you, and I watch them, wondering how they can watch you bring their food, and clear their tables and never get that they just met the greatest woman alive. And the fact that I get it makes me feel good, about me.

De que filme é?

Os sinais na água


Bebo muita água. Durante um dia ando de copo na mão, meio cheio nos dias de Primavera, meio vazio nos dias de Natal, e vou pousando o vidro. Um aqui, outro ali. Ontem olhei e tinha um a meu lado, outro nas minhas costas e o terceiro mais longe, na secretária à minha esquerda. Sempre com restos de água, do dia anterior, da mesma manhã, ou de há pouco, que ficou ali esquecido e foi substituído por outro mais fresco. Ao ver aquele cenário, vi logo um sinal, e os copos de água a verterem-se sobre um extraterrestre furioso. É um filme fantástico do início ao fim e que mostra como M. Night Shyamalan é um realizador incrível com uma forte polegada em todos os seus filmes, que são dele e nunca poderiam ser de mais ninguém. Não adorei A Senhora da Água mas também não o achei assim tão mau, mais fraco que os anteriores sem dúvida, mas melhor que a maioria das obras acéfalas que por lá se fazem. Esperemos que The Happening seja mesmo um acontecimento!
Por fim, e antes de voltar a encher o meu copo com água, deixo um dos melhores diálogos do filme, entre Mel Gibson e Joaquim Phoenix. E é tudo uma questão de fé...
People break down into two groups when the experience something lucky. Group number one sees it as more than luck, more than coincidence. They see it as a sign, evidence, that there is someone up there, watching out for them. Group number two sees it as just pure luck. Just a happy turn of chance. I'm sure the people in Group number two are looking at those fourteen lights in a very suspicious way. For them, the situation isn't fifty-fifty. Could be bad, could be good. But deep down, they feel that whatever happens, they're on their own. And that fills them with fear. Yeah, there are those people. But there's a whole lot of people in the Group number one. When they see those fourteen lights, they're looking at a miracle. And deep down, they feel that whatever's going to happen, there will be someone there to help them. And that fills them with hope. See what you have to ask yourself is what kind of person are you? Are you the kind that sees signs, sees miracles? Or do you believe that people just get lucky? Or, look at the question this way: Is it possible that there are no coincidences?

sábado, 13 de outubro de 2007

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

Antes de adormecer



Every day here you come walking
I hold my tongue, I don't do much talking
You say you're happy and you're doin' fine
Well go ahead, baby, I got plenty of time
Sad eyes never lie
Sad eyes never lie

A força da cena

Por vezes uma cena consegue ter um poder maior que todo o filme e funcionar como um entretenimento independente, que nos dá tanto ou mais que tudo o resto. Esta é um exemplo disso. Um filme simpático com uma cena cheia de tanta coisa que é capaz de azular o mais cinzento dos domingos! Forever and ever!

Esta é a comédia dramática de Ryan e Ellen, aqueles que nos levam ao cinema


Existem e vão existir sempre aqueles actores que nos fazem ir ao cinema. E aquelas actrizes que nos fazem esperar horas numa fila.
Que na dúvida nos fazem dar uma espreitadela.
Que suados carregam filmes às costas quando as coisas correm mal.
Que inevitavelmente estão bem.
E neste momento os nomes chave para abrir uma sessão das nove e meia são:
e consequentemente as antecipações mais queridas




A série e a tartaruga


A FOX estreou uma nova série, intitulada The Reunion. Curioso, vi o primeiro episódio e de seguida, ainda mais curioso com o decorrer dos acontecimentos vim aqui à base procurar mais informações acerca desta, e tal não é a minha surpresa quando descubro que a série foi cancelada a meio!Estavam previstos 20 episódios e só foram feitos 13. A premissa era realmente interessante: cada episódio acompanharia um ano da vida de seis amigos, desde os tempos do secundário até à actualidade, com a morte de um deles como mistério chave. E pergunto eu, como pode um canal de televisão comprar uma série sem fim?Uma história que só funciona como um todo e que é deixada completamente em aberto? Só por si o cancelamento no país de origem já é um abalo grande, mas pior ainda é um canal de televisão comprar o produto sabendo de antemão que este é defeituoso, e anunciá-lo com toda a pompa e circunstância. Conclusão, não vale a pena ver mais, se nem os autores sabem quem matou a rapariga não faz sentido perder o meu tempo.


Parecido foi o caso de Tru Calling, que longe de ser uma série fantástica, era uma acção bem feita, com uma excelente história e que mete a um canto aquele sussurro frouxo que temos de assistir quase todos os dias e que dá pelo nome de Entre Vidas (sou só eu que acho aquilo mesmo mau?).

As séries são comos as tartarugas marinhas. Dá-se a eclosão e milhares tentam chegar à água. Mas os predadores das redondezas, desde os produtores, da baixa audiência até aos conflitos internos, estão à espera, e muitas morrem pelo caminho. Poucas conseguem chegar à maturidade e completar o ciclo da vida. Espero sinceramente que esta seja uma dessas tartarugas, chama-se Pushing Daisies e vai apenas com dois episódios. O nome é de uma enorme melodia, que só por si faz antever algo realmente azul e luminoso. É o casamento entre o Big Fish e o Lemony Snickets, é o sonho mais cor de rosa de Tim Burton, é uma fábula daquelas sinceras e descomprometidas que não se vê com frequência. Não existem questões nem complicações neste conto original e carregado até ao limite de ideias e de ternura. A única que eu coloco é esta: será que esta tartaruga tão especial consegue chegar à água?


quarta-feira, 10 de outubro de 2007

About me

Ainda agora o dia começou e já olho para a parede azulada e destapada que me confronta. À procura de um relógio pendurado que me indique outra hora, aquela em que deixo de ser sentado. Nesta manhã de quarta-feira este sou eu.

Antes de adormecer



It's in the water baby

terça-feira, 9 de outubro de 2007

This is a work of love


Deu há pouco tempo na RTP 1 e é um dos meus filmes favoritos. A cada visionamento encontro uma nova razão para roubar aos ricos e dar aos pobres, para seguir a seta e deixar-me levar numa aventura como há poucas. Já não se fabrica este tipo de entretenimento tão completo e sincero. Velhos tempos em que o cinema era mais velhinho, em que um bilhete custava apenas 300 escudos e que o silêncio, o respeito mutuo entre filme e espectador, era outro. Fica este post no mesmo do ouro e da saudade.

Estradas

Assim como nos perdemos na estrada também nos perdemos no Youtube e foi depois de falhar uma placa ou duas que cheguei a esta hilariante montagem.E viva ao cinema!


Primeiro, as boas ou as más?



The Host
Boas notícias- não cai em lugares comuns e arranca com um realismo de cortar a respiração (o monstro aparece logo aos 12 minutos de filme!)
Más notícias – perde um pouco de ritmo a meio quase deixando de lado a ameaça grotesca que dá nome à obra.



1408
Boas notícias – tem John Cusack e um excelente argumento adaptado dum pequeno conto do Stephen King. Tudo muito simples, sem grandes desvios à narrativa central e com um desenrolar sempre surpreendente para uma acção passada apenas num só lugar. È bom ver uma boa ideia abraçar um bom filme.
Más notícias – nem todos os filmes de terror serem assim tão eficazes.



Death Proof
Boas notícias – é um Tarantino e isso por si só já é muito bom. Tem também mulheres sensuais a serem perseguidas por um psicopata num carro à prova de morte. É só isto.
Más notícias – o ser precisamente só isso faz dele um exercício de estilo demasiado marcado sem espaço para grandes aventuras e notas autor. Muito extenso em certas sequências resultaria melhor na original sessão dupla. Disso não restam dúvidas.



Knocked up
Boas notícias – mostra que nem todas as comédias desta nova geração têm de ser idiotas e assentes em clichés de enorme mau gosto.
Más notícias – não é hilariante, muito pelo contrário. Aproxima-se muito mais de um drama ou de uma morna comédia romântica. O actor principal , Seth Rogen, não é um herói de comédia e algumas personagens secundárias são vestidos já muito gastos (quantas vezes já vimos geeks solteiros que moram sozinhos e fumam erva o dia todo?)



Sunshine
Boas notícias – visualmente é um espanto. E traz com ele um excelente elenco.
Más notícias – como astronauta perdido na contemplação do Sol, o filme perde-se em certas sequências demasiado arrastadas e num final demasiado enevoado e confuso.



Live free or die Hard
Boas notíciasJohn McClane, John McClane e John McClane.
Más Notícias – não há comparação com os capítulos Mctiernianos. Em nenhum aspecto, e tirando as boas notícias sobra realmente muito pouco.



Slow Burn
Boas notícias – a construção da narrativa que vai destapando o véu em constantes flashbacks e versões contraditórias da mesma história. E tem o Ray Liotta.
Más notícias – passou ao lado de quase toda a gente.



Turistas
Boas notícias – tem a actriz portuguesa Olga Diegues.
Más notícias – o facto de ela ser a primeira a morrer e tudo o resto.

A foto

E aqui qual é o filme?

A frase

I've killed women and children. I've killed everything that walks or crawls at one time or another. And I'm here to kill you, Little Bill, for what you done to Ned.

A que filme pertence esta fala?

sexta-feira, 5 de outubro de 2007